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quinta-feira, 31 de maio de 2007

festas de aniversário

Dia desses, conversando com um amigo, por voltas da vida, o papo foi festa de aniversário.
Comentando sobre os doces, do bolo e das bexigas, revivi minha infância, por poucos momentos, onde tudo era apenas uma brincadeira, e um puxão de orelha por não querer lavar as mão antes de comer, ou tomar banho pra dormir. Diante dos meus olhas, pra minha surpresa, meu amigo emudeceu, eu esperando que ele comentasse suas algazarras ou coisas assim. O resto prefiro não comentar

2 comentários:

Anônimo disse...

O passo que sobra no chão

Caminho em direção ao trabalho e logo encontro uma vista que me entorpece o risco de ver o que não quero.Aquelas arvores que sempre me entrelaçam o olhar me confundem,o vento que bate nelas acho que é o motivo dessa distorção que se multiplica a olhos engulidos.No mesmo estado de ser da coisa ao meu lado querendo dizer: Socorro alguém quer me tranportar pra algum lugar que existe do outro lado do pensamento ilhado em virtudes perversas.O que eu sei disso tudo que não é nenhum ludo real,aquele jogo de criança,resume o que eu quero estabelecer como logica do que eu não pressinto.Ontem presenciei um evento curioso, um velho chegou perto de mim e me disse:
-Oi garoto você está tão pensativo aí perdido inativo ser de se conceber.Porque tanta dúvida estupida dentro do peito meu garoto?
Respondi:
-estou aqui meu velho todo pensando e todo matutando pra poder não esquecer que um dia serei com o senhor, um velho perguntando justamente querendo receber a resposta da aposta da sua vida.

Johnny Mau disse...

Me lembro bem da minha infância, apesar do curto período que a vivi. Talvez por isso ainda traga uma infantilidade encrustada em minhas ações.

Até hoje gosto das bexigas, do bolo e, principalmente, dos brigadeiros. O suco de saquinho sabor uva e morango, as músicas dos Saltimbancos, a Caloi dobrável vermelha estacionada na garagem do aniversariante. Tudo em seu lugar. Menos o cadarço do Kichute, responsável por alguns tombos e queda dos brigadeiros.

Conforme vamos crescendo e as renúncias aparecendo, as festas de aniversário (nossas) vão perdendo o sentido. Pra que comemorar? Mais um ano que não consigo nada?

Eu comemoro. E acredito que não exista pessoa que não tenha conseguido nada em um ano, já que temos a possibilidade de conseguir algo todos os dias.

Hoje, por exemplo, consegui o endereço do seu blog. Quer um brigadeiro?

Abraço, irmão.